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Objetivo: Usar os dados disponíveis na UBS (Unidade Básica de Saúde)
Em relação à população de pessoas idosas Adstritas


O cuidado à pessoa idosa deve considerar diversos fatores que interferem na sua condição de saúde, como os físicos, psicológicos, sociais e ambientais.

Portanto, conhecer as características da população adstrita e do território é essencial para o planejamento das ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e atenção à saúde.


COMO MAPEAR A POPULAÇÃO IDOSA ADSTRITA

Existe uma série de instrumentos com informações da população idosa adstrita. A busca por informações deverá considerar como fonte principal os registros existentes nas unidades de saúde e as observações realizadas nas visitas domiciliares.

A ABORDAGEM EM SAÚDE PRECISA SER:





A Atenção Básica em Saúde (ABS) tem uma tarefa essencial na identificação dos idosos da sua região. É por meio das visitas dos Agentes Comunitários de Saúde - ACS que se faz a busca ativa e se capta informações para classificar os idosos do território em relação a sua capacidade funcional e vulnerabilidade. Às equipes de Atenção Básica cabe o cadastramento da população adstrita nos sistemas de informação disponíveis. O correto registro permite conhecer a população a ser atendida e colabora na identificação de demandas de cuidado e na definição do plano de ação.

A ABORDAGEM EM SAÚDE PRECISA SER:





Veja alguns conceitos importantes para o mapeamento da população adstrita.




A partir dos sistemas de informação existentes, como o e-SUS AB, pode-se conhecer as características da população idosa adstrita.

Conheça mais sobre o e-SUS AB em:
http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus.php

O correto preenchimento dos sistemas de informação e a atualização periódica dos dados contribuem para melhorar a qualidade da informação em saúde e para otimizar o uso dessas informações pelos gestores, profissionais de saúde e cidadãos.

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Objetivo: Identificar as características socioeconômicas
e clínicas que caracterizam a pessoa idosa frágil e/ou vulnerável


Para planejar ações voltadas para a população idosa, é necessário saber não só quantos idosos estão na sua área de abrangência, mas também como classificá-los de acordo com os cuidados que necessitam. A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa traz as seguintes classificações quanto à capacidade funcional do idoso:

Esses critérios podem ser identificados durante as visitas domiciliares e nas avaliações propostas na Caderneta da Saúde da Pessoa Idosa, instrumento importante para o acompanhamento das condições de saúde dessa população.

É importante destacar que a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa - PNSPI aborda a saúde do indivíduo idoso como algo que se traduz mais pela sua condição de autonomia e independência, do que pela presença ou ausência de doença orgânica.

O preenchimento da Caderneta e sua verificação deve fazer parte da rotina dos profissionais de saúde.

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OBJETIVO: ESTABELECER UM PLANO DE AÇÃO E PLANOS DE CUIDADOS VOLTADOS A ATENDER AS NECESSIDADES E DEMANDAS DE SAÚDE DAS PESSOAS IDOSAS, NO TERRITÓRIO.


Para melhorar a qualidade de vida e promover a saúde de uma pessoa ou grupo de pessoas é necessário agir no espaço em que ela vive. Os planos de ação e cuidado são fundamentais nesse processo.

Nesse sentido, o Projeto Terapêutico Singular é uma ferramenta de organização do cuidado voltada para um indivíduo, família ou coletividade que considera a singularidade e a avaliação de cada caso.

Geralmente é dedicado a situações mais complexas. É composto por um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas que buscam o cuidado integral ao paciente. É construído entre equipe de saúde e usuário, e é resultado da discussão de uma equipe interdisciplinar com apoio matricial, se necessário. A construção tem caráter provisório sujeito a revisões, uma vez que a situação e as relações estão em constante transformação.

A elaboração de um plano de cuidados, coordenado e integrado, em curto, médio e longo prazos, visa especialmente à recuperação e/ou a manutenção da capacidade funcional da pessoa idosa. O sucesso do plano de ação depende do envolvimento do usuário, familiares e da equipe de saúde.

No âmbito do cuidado ofertado no domicílio, a elaboração dos planos de ação e cuidados permite programar as visitas das equipes, bem como os recursos e insumos necessários para a atenção a cada usuário.

VULNERABILIDADE FAMILIAR COMO INSTRUMENTO DE PRIORIZAÇÃO DAS VISITAS DOMICILIARES - ESCALA COELHO E SAVASSI

O plano de cuidado começa a ser planejado pelas equipes de Atenção Básica, já na Visita Domiciliar. Um instrumento que pode ajudar nesse planejamento é aEscala Coelho-Savassi. É um instrumento que auxilia na avaliação do risco de vulnerabilidade familiar, principalmente social e se baseia em sentinelas de risco que devem ser avaliadas na primeira visita pelo agente de saúde (ACS).

CONHEÇA E USE

Saiba sobre a escala no artigo Aplicação de Escala de Vulnerabilidade Familiar como instrumento de priorização das Visitas Domiciliares

Use o aplicativo da Escala Coelho-Savassi

Imprima o quadro da Escala Coelho-Savassi

PARA SABER MAIS:

Conheça boas práticas estaduais e municipais no Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa aqui .

Uma vez identificado o risco, a prioridade é a reabilitação precoce, a fim de reduzir o impacto crônico das condições crônicas na funcionalidade do idoso. A ideia é monitorar a saúde e não a doença; a intenção é postergar a doença a fim de que o idoso possa usufruir seu tempo a mais de vida com qualidade e desacelerar o processo de fragilização (VERAS, 2013).

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Objetivo: Descrever os serviços, ações e programas
disponíveis no território (setoriais e intersetoriais).


A lógica da atuação em redes passa do modelo centrado no hospital, com foco nas urgências, para um modelo centrado em linhas de cuidados com foco na atenção primária ampla e integrada com a atenção especializada.

Por isso, conhecer os diferentes pontos de atenção das
Redes de Atenção à Saúde (RAS) e os serviços e dispositivos intersetoriais é fundamental para a organização do cuidado à pessoa idosa, nos territórios.

CONHEÇA ALGUNS PONTOS DE ATENÇÃO E SERVIÇOS QUE
PODEM ESTAR PRESENTES EM SEU TERRITÓRIO





Material de apoio

Referências

Ficha técnica

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