O agente etiológico da donovanose é a Calymmatobacterium granulomatis (Klebsiella granulomatis, Donovania granulomatis), descrito em 1913, por dois brasileiros, Aragão e Vianna.
Doença bacteriana de evolução progressiva e crônica, que pode ocasionar lesões granulomatosas e destrutivas. Inicia-se por lesão nodular, única ou múltipla, de localização subcutânea, que eclode produzindo ulceração bem definida e cresce lentamente. É indolor e sangra com facilidade.

Etiologia
Incubação e Transmissão
Diagnóstico
Notificação
As manifestações estão ligadas as respostas tissulares do hospedeiro, originando formas localizadas ou externas e, até mesmo, ocasionar manifestações sistêmicas extragenitais de caráter polimórfico.
Etiologia
O agente etiológico da donovanose é a Calymmatobacterium granulomatis (Klebsiella granulomatis, Donovania granulomatis), descrito em 1913, por dois brasileiros, Aragão e Vianna.
Incubação e Transmissão
O período de incubação varia entre 3 dias a 6 meses. O modo de transmissão da donovanose provavelmente se dá por contato direto com lesões, durante a atividade sexual. Entretanto, esse ainda é assunto controvertido. A ocorrência em crianças e pessoas sexualmente inativas e a variedade da doença em parceiros sexuais de pacientes com lesões abertas são dados que se contrapõem ao estabelecimento definitivo da transmissão sexual exclusiva da doença. O período de transmissibilidade é desconhecido, provavelmente enquanto há lesões abertas na pele e/ou membranas mucosas.
Diagnóstico
O diagnóstico é laboratorial obtido através da demonstração dos corpúsculos de Donovan em esfregaço de material proveniente de lesões suspeitas ou cortes tissulares corados com Giemsa ou Wright.
Notificação
Não é doença de notificação compulsória nacional.
Referências
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças Infecciosas e Parasitárias: Guia de Bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiologica.- 8. ed. rev. Brasília: Ministério da Saúde. 2010. 448 p.
Imagem disponível em: http://www.urologia.com.br/img/dst9.jpg