O exame direto do conteúdo vaginal, adicionando-se KOH a 10% revela a presença de micélios (hifas) e/ou de esporos (pequenas formações arredondadas) birrefringentes.
Sinais e sintomas dependerão do grau de infecção e da localização do tecido inflamado, estes podem se apresentar isolados ou associados, e incluem:
Prurido vulvovaginal (principal sintoma, e de intensidade variável);
Ardor ou dor à micção;
Corrimento branco, grumoso, inodoro e com aspecto caseoso (“leite coalhado”);
Hiperemia, edema vulvar, fissuras e maceração da vulva;
Dispareunia;
Fissuras e maceração da pele;
Vagina e colo recobertos por placas brancas ou branco acinzentadas, aderidas à mucosa.
Clique nos botões abaixo e acompanhe informações diagnósticas da candidíase vulvovaginal:
Exame direto
pH vaginal
Cultura
Exame direto
O exame direto do conteúdo vaginal, adicionando-se KOH a 10% revela a presença de micélios (hifas) e/ou de esporos (pequenas formações arredondadas) birrefringentes.
pH vaginal
No teste do pH vaginal, são mais comuns valores menores que 4.
Cultura
Cultura só tem valor quando realizada em meios específicos (Saboraud); deve ser restrita aos casos nos quais a sintomatologia é muito sugestiva e todos os exames anteriores forem negativos. Também é indicada nos casos recorrentes, para identificar a espécie de candida responsável. O simples achado de cândida na citologia oncológica em uma paciente assintomática, não justifica o tratamento.