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Clique nas abas e confira informações sobre a aids referente aos agentes etiológicos, modo de transmissão e transmissibilidade, diagnóstico e manifestações clínicas.
O agentes etiológicos são os HIV-1 e HIV-2, que são retrovírus com genoma RNA, da família Lentiviridae. O tempo entre a exposição ao HIV e o aparecimento dos sintomas na fase aguda é de cinco a 30 dias. O período de latência clínica, após a infecção aguda e até o desenvolvimento da imunodeficiência é longo. Não há consenso sobre o conceito desse período em Aids.
O HIV pode ser transmitido pelo sangue (via parenteral e vertical), esperma, secreção vaginal (via sexual) e leite materno (via vertical). Acompanhe abaixo modos de transmissão para HIV:
Tipo de prática sexual;
Utilização de sangue ou seus derivados, não testados ou tratados inadequadamente; e recepção de órgãos ou sêmen de doadores não triados e testados;
Reutilização de seringas e agulhas;
Transmissão ocasionada por acidente com material biológico, sem a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI);
Transmissão vertical.
A doença pode ou não ter expressão clínica logo após a infecção, sendo importante que o profissional saiba conduzir a investigação laboratorial após a suspeita de risco de infecção pelo HIV. Assim, deve-se atentar para o fato de que, com os testes atualmente disponíveis, o tempo necessário para que a sorologia anti-HIV se torne positiva é de seis a 12 semanas após a aquisição do vírus, com período médio de aproximadamente dois meses. Esse tempo, compreendido entre a aquisição da infecção e a detecção da soroconversão, é chamado de janela imunológica ou biológica. Os testes utilizados apresentam, geralmente, níveis de até 95% de soroconversão nos primeiros seis meses após a transmissão. Soroconversão – é a positivação da sorologia para o HIV. Acontece quando o sistema imunológico produz anticorpos em quantidades detectadas pelos testes sorológicos.
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Manifestações clínicas
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Referências
Sopper CR. Estudo sobre o conhecimento e as atitudes de adolescentes frente ao HIV/AIDS [dissertação]. Curitiba (PR): Universidade Federal do Paraná; 2003.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 6. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 816 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).