Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul
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Navegando Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul por Público-alvo "Médicos clínicos"
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- Anomalias congênitas ou de manifestação tardia [Portaria GM/MS nº 199/2014 Eixo I Grupo 1](2015-04-29) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Schuler-Faccini, Lavinia; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Schuler-Faccini, LaviniaNeste segundo módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS são abordados os seguintes aspectos: Anomalia congênita diagnosticada: roteiros para anamnese completa, história familiar, exame físico, incluindo os aspectos morfológicos. Futura descendência: roteiro para anamnese, história familiar e presença de consanguinidade. Coleta de informações sobre os casos que motivaram a consulta. Consanguinidade: roteiro para historia familiar e exame físico cuidadoso, considerando a suspeita diagnóstica e o fato de indivíduos de isolados geográficos poderem ter uma maior incidência de doenças raras, necessitando de uma vigília constante da Atenção Básica. Gestações de risco: roteiro para anamneses e história familiar, laudos de ultrassons e outros exames complementares. Aconselhamento genético: definição, competências, quando indicar. Fluxograma de atendimento recomendado para anomalias congênitas.
- Deficiência Intelectual [Portaria GM/MS nº 199/2014 Eixo I Grupo 2](2015-04-29) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Souza, Carolina Fischinger Moura deTerceiro módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS. Apresenta informações sobre a Deficiência Intelectual resultante de causas genéticas, da exposição a fatores deletérios do ambiente, ou ainda da interação entre ambos. Cerca de 1 a 2% são graves, causadas por doenças raras e podem ser atendidas pelos Serviços de Atenção Especializada e Serviços de Referência em Doenças Raras. No módulo, são abordados os seguintes tópicos: como detectar ou aventar a suspeita de Deficiência Intelectual decorrente de doença rara e quais os encaminhamentos necessários para avaliação diagnóstica; anamnese na atenção básica: antecedentes gestacionais e de parto, evolução do desenvolvimento neuropsicomotor, desempenho escolar, histórico familiar positivo, consanguinidade parental; exame físico: antropometria e sinais dismórficos; quando encaminhar para o Serviço de Atenção Especializada ou de Referência; fluxograma do atendimento recomendado para deficiência intelectual decorrente de doença rara.
- Doenças raras de origem não genética [Portaria 199/2014: Eixo II](2015-04-29) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Schuler-Faccini, LaviniaCerca de 20% das doenças raras possuem etiologia não genética. É possível identificar alguns grupos de doenças raras não genéticas: doenças raras infecciosas, doenças raras inflamatórias e doenças raras autoimunes, entre outras. No quinto módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS são abordados os seguintes tópicos sobre doenças tópicas não genéticas: doenças raras infecciosas: algumas doenças raras infecciosas, embora no país sejam raras, podem ser frequentes em algumas regiões pelo seu caráter endêmico. Para muitas dessas doenças o Ministério da Saúde tem políticas específicas. Roteiro para anamnese com atenção para sinais e sintomas clínicos, residência em áreas de risco, exposição a outros afetados, vetores e ambientes de risco; roteiro para exame físico com atenção para órgãos mais frequentemente atingidos. Doenças raras inflamatórias: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza inflamatória; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos. Doenças raras autoimunes: diversas doenças raras de etiologia não genética podem ter natureza autoimune; roteiro para anamnese e exame clínico com especial atenção para sinais e sintomas clínicos específicos.
- Erros Inatos de Metabolismo [Portaria GM/MS nº 199/2014 Eixo I Grupo 3](2015-04-29) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Giugliani, RobertoNo Brasil, estima-se que sejam registrados cerca de 3.000 novos casos de Erros Inatos de Metabolismo (EIM) a cada ano. Os EIM são geralmente multissistêmicos. Muitos evoluem com comprometimento neurológico e óbito precoce. O diagnóstico dos EIM é complexo e compreende várias etapas de investigação. Há possibilidade de intervenção terapêutica em boa parte dos casos. O tratamento específico envolve dietoterapia, uso de fármacos, reposição enzimática e até transplante de órgãos e tecidos. Pacientes com EIM necessitam de acompanhamento especializado cuidadoso. Neste quarto módulo do curso de Formação de Teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS são abordados os seguintes tópicos: classificação dos EIM; roteiro de anamnese; sinais e sintomas que indiquem a presença de EIM; fluxograma atendimento recomendado para EIM.
- VídeoInfluenza H1N1: aspectos clínicos e epidemiológicos(2010-05-28) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul; Bercini, MarilinaVídeo que apresenta o histórico e a situação mundial, em 2010, da influenza A, subtipo H1N1, mais conhecida como gripe A. Informa sobre as fases de contenção, pandemia e mitigação, aspectos gerais, mutações do vírus, modos de transmissão, período de incubação a transmissibilidade e a sazonalidade, aspectos clínicos, grupos de risco, espectro clínico, complicações, exames de sangue, exames de imagem para os casos mais complicados, apresentação de casos graves e imagens para análise do comprometimento do pulmão, as condutas em casos mais simples e em casos mais graves com síndrome respiratória aguda grave, notificação a vigilância municipal. Lista os sinais de alerta a serem observados em pacientes com o vírus ou com suspeita e as medidas de prevenção e controle.
- VídeoPneumonite Química e outras lesões inalatórias: condutas em Atenção Primária à saúde(2013-02-14) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Bruning, Guilherme EmanuelO vídeo apresenta a definição de pneumonite química, assim como suas características, sinais e sintomas. Informa sobre a história natural da lesão aguda em vias aéreas superiores, tratamentos, medicamentos e as complicações crônicas. E relata que a pneumonite química é a principal causa de morte em vítimas de incêndio.
- TextoProposta de seminários para formação de teleconsultores sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS(2014-09) Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes; Sociedade Brasileira de Genética Médica; Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do SulEmenta do curso online sobre a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no Sistema Único de Saúde (SUS). Iniciativa do Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes, através da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde, o curso envolveu parceria com as seguintes instituições: Sociedade Brasileira de Genética Médica, Serviço de Genética Médica do Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Núcleo de Telessaúde Técnico-Científico do Rio Grande do Sul (TelessaúdeRS/ UFRGS) e Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Desenvolvido no segundo semestre de 2014 e composto por seis módulos, o curso teve como objetivo principal qualificar teleconsultores atuantes em núcleos de telessaúde do Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes no tema doenças raras e, em especial, nas questões relacionadas aos procedimentos de encaminhamento de pacientes com doenças raras aos serviços especializados do SUS.
- TextoQuais os objetivos do tratamento para o hipertireoidismo e quais as principais medicações?(2013-08-06) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do SulTrata das principais causas do hipertireoidismo, do objetivo do tratamento da doença e apresenta os medicamentos anti-tireoidianos mais importantes para tratamento dos pacientes. Destaca que o hipertireoidismo deve ser tratado, sobretudo em idosos, devido o risco de complicações cardiovasculares.
- TextoO que é hipotireoidismo subclínico?(2013-08-07) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do SulApresenta definições de hipotireoidismo subclínico e de hipotireoidismo declarado, diferenças existentes entre ambos e formas de tratamento.
- TextoSegunda opinião formativa: o uso de antibioticoterapia profilática em pacientes com infecção do trato urinário recidivante(2013-08-07) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do SulAnalisa o uso de antibioticoterapia profilática em pacientes com infecção do trato urinário (ITU) recidivante com vistas ao oferecimento de Segunda Opinião Formativa. Destaca que a patogenia da ITU recorrente é a mesma da infecção esporádica. Pacientes com queixas urinárias devem ter o acesso ao atendimento facilitado, a fim de poder diagnosticar a tempo a infecção do trato urinário e poder tratar, evitando complicações decorrentes do atraso no início do tratamento.
- VídeoTranstorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)(2013-02-07) Núcleo Telessaúde Estadual do Rio Grande do Sul; Katz, NatanEste vídeo fornece informações básicas sobre o transtorno de estresse agudo e Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Discute a definição desses transtornos e apresenta uma comparação entre eles, informando sobre os sinais e sintomas,que levarão ao diagnóstico correto que será decisivo nas formas de tratamento e nas perspectivas de encaminhamento para a resolução do problema. O exemplo utilizado para análise é o incêndio da boate Kiss em Santa Maria (RS), ocorrido em janeiro de 2013.