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Navegando Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) por Area Temática "Educação Sexual"
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- Trabalho de conclusão de cursoA PROBLEMATIZAÇÃO DA SÍFILIS NO ÂMBITO DE UMA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: UM PROJETO DE INTERVENÇÃOCOUTO, Liana Aguiar; GUIMARÃES, Vera Lucia DorigãoA sífilis é uma infecção com manifestações sistêmicas, causada pelo Treponema pallidum. É transmitida por meio sexual, transfusão sanguínea, contato com lesões cutaneomucosas infectadas ou verticalmente via transplacentária e/ou pelo canal de parto. Pode evoluir para uma enfermidade crônica com sequelas irreversíveis em longo prazo quando não tratada precocemente. Nos últimos anos, foi observado um aumento importante nos casos de sífilis em gestantes, congênita e adquirida no Brasil, que pode ser explicado pelo aumento da cobertura de testagem rápida, diminuição do uso de preservativo, resistência à administração da penicilina na Atenção Primária a Saúde, desabastecimento de penicilina e aprimoramento do Sistema Nacional de Notificação (SINAN) na notificação dos casos. Em 2018, o Ministério da Saúde, implantou o projeto de resposta rápida a sífilis na rede de Atenção Primária a Saúde, que possui papel primordial na reorientação do modelo assistencial e na consolidação das diretrizes do Sistema Único da Saúde. No entanto, ainda existem lacunas na assistência que precisam ser melhoradas, a fim de oportunizar ao usuário ações preventivas, além do acompanhamento e tratamento adequados das Doença Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Tal fato foi observado na Estratégia Saúde da Família ”Bidóia" no município de Pontal/SP, sendo necessário um projeto de intervenção. Os problemas identificados foram os seguintes: pouco uso de preservativos; grande atividade sexual na adolescência; ausência de orientação sobre a prevenção, sintomas e complicações da doença; ausência de procura à Unidade de Saúde pela população mais afetada; baixa adesão aos testes rápidos; não tratamento das parcerias sexuais. Foi elaborado o plano de intervenção com as seguintes propostas: educação permanente dos profissionais; adequada orientação da população; aumento da oferta de testes rápidos; realização de palestras educativas com temas lúdicos e no ambiente escolar; criação de grupos de conversa virtual para aumentar o acesso da população à informação; orientação da comunidade quanto à necessidade de tratamento das parcerias sexuais. Espera-se que ocorra uma sensibilização e conscientização do usuário sobre a infecção, favorecendo o diagnóstico e tratamento precoces e prevenindo complicações. Ocorrerá, dessa forma, a diminuição da incidência e das taxas de reinfecção, bem como das complicações perinatais e neonatais, aumentando a qualidade de vida materno-infantil. O aumento da adesão aos testes rápidos também diagnosticará outras DST’s, como o HIV e as hepatites virais.
- Trabalho de conclusão de cursoAÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO PLANEJAMENTO FAMILIAR NA COMUNIDADE “JARDIM LUCIANA”, SANTA GERTRUDES/SP 2015MANSO, Norberto Montejo; PESTANA, Sonia Regina Cardim De CerqueiraTrata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso no formato Projeto de Intervenção aplicado na perspectiva da Atenção Primária à Saúde. O estudo aborda problemas e situações relacionados à gestão e assistência, considerando-se respectivas ações de melhoria. Visão ampliada, melhor resolutividade, fortalecimento do Sistema Único de Saúde e da Estratégia de Saúde da Família são resultados esperados que motivam estudos nesse contexto.
- Trabalho de conclusão de cursoALTA INCIDÊNCIA DE SÍFILIS NO IDOSO E A FALTA DE ATENÇÃO FRENTE A SEXUALIDADE NESTA FASE DA VIDA: PROJETO DE INTERVENÇÃO EDUCATIVA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.VIEIRA, Amanda Machado; PASTANA, Ieda Carla Almeida Dos Santos De SouzaO envelhecimento da população é algo tocante ao sistema de saúde, é preciso avaliar o idoso com suas peculiaridades, sem esquecer de aspectos como sua sexualidade. As Infecções Sexualmente Transmissíveis estão presentes também nesta faixa etária e, por muitas vezes, passam desapercebidas, uma vez que profissionais da saúde, muitas vezes, não investigam ISTs durante a consulta geriátrica, por limitação cultural ou tabu social, sendo que são problemas que podem ser diagnosticados e tratados precocemente, evitando um acometimento neurológico, entre outros. A Sífilis é uma doença de grande prevalência, porém a gestacional e a congênita são as mais controladas pela vigilância. A adquirida foi há pouco tempo condicionada a notificação compulsória, mas ainda existe valor elevado de subnotificação, principalmente entre os idosos da população. Este fato ocorre, pois é raro pensar e investigar esta faixa etária para esta condição. Envelhecer não é sinônimo de tornar-se assexuado. Além disso, muitos são os fatores que favorecem a exposição: imunidade prejudicada, pouco ou nenhum uso de preservativo, falta de abertura para conversar sobre sexualidade ou prevenção de ISTs, falta de conhecimento sobre estas doenças, bloqueios socioculturais. Para melhor entender este cenário e aprimorar políticas de prevenção, este estudo apresentará o diagnóstico da população idosa de São Miguel Paulista (zona leste de São Paulo) associado ao nacional e promoverá ações para aumentar entendimento sobre sexualidade e ISTs, estimular uso de preservativo, elevar a prevenção de doenças e incentivar liberdade sexual.
- Trabalho de conclusão de cursoALTA PREVALÊNCIA DE DST NA POPULAÇÃO DA USF PAINEIRAS: UM PLANO DE INTERVENÇÃO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA.MENDONCA, Rodrigo Ribeiro; CRUZ, Gleidjane Maciel DellaDurante a prática médica na atenção básica, é comum o profissional se deparar com casos de queixas ou resultados de exames sugestivos de DST. Dentre os principais fatores causadores destas enfermidades destacam-se as relações sexuais desprotegidas, a desinformação, a falça crença de que o indivíduo não se contaminará e até mesmo a dificuldade do acesso ao preservativo. Dentre as complicações destacam-se a infertilidade, transmissão vertical, conflitos conjugais e cronificação das doenças. O objetivo deste trabalho, realizado na USF Paineiras, foi elaborar estratégias visando reduzir os índices de DST, com ações de conscientização, orientação e prevenção, em conjunto com equipes ESF, NASF e até mesmo com a secretaria de saúde, avaliando seus impactos e resultados diante da população.
- Trabalho de conclusão de cursoCAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO REPRODUTIVO PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E POPULAÇÃO FEMININA EM UBS NA CIDADE DE SÃO PAULO.RIBEIRO, Aline Marques; PASTANA, Ieda Carla Almeida Dos Santos De SouzaComo demostrado em diversos estudos a saúde reprodutiva é um fator que impacta na qualidade de vida da população e interfere diretamente em indicadores de saúde como a mortalidade materna e infantil. Entretanto, estudos indicam que os profissionais de saúde que atuam na Atenção Básica ainda apresentam dificuldades na implementação de ações que promovam o planejamento reprodutivo, seja por não se sentirem preparados, seja porque tais ações nem sempre são reconhecidas como parte do escopo de atuação das equipes de saúde.(BRASIL, 2010). A UBS Jardim Maracá apresenta alto índice de gestações não planejadas somada a insegurança sobre a abordagem do tema, foi revelada a necessidade de realizar capacitação dos profissionais. As ações propostas por esse PST incluem capacitação individual e em equipe dos profissionais de saúde da UBS, definição de protocolos e realizações de palestras para a população a fim de padronizar o atendimento de planejamento familiar. A curto prazo espera-se que os profissionais se sintam mais seguros sobre o manejo do tema e que as mulheres da região estejam mais esclarecidas e satisfeitas promovendo, a longo prazo, a redução de gestações não planejadas e criação de um vínculo em promoção em saúde.
- Trabalho de conclusão de cursoDST, TAMBÉM PODEM ACONTECER COMIGO?OLIVEIRA, Stephani Martins De; MARCOLINO, Fernanda FerreiraO projeto consiste na orientação e reflexão do processo saúde-doença das infeccções sexualmente transmissiveis (ISTs) com alunos do ensino médio da Escola Estadual Nacif Amin Chalupe, totalizando 6 salas, visto o aumento de casos no território da USF Vila Gióia e a dificuldade do autocuidado e tabus a cerca da sexualidade e suas problemáticas. Implementada por assuntos como sexualidade e abuso sexual, visamos trazer a tona dúvidas e seus conseguintes esclarecimentos, a fim de protegê-los e deixar a unidade de Saúde do Bairro Vila Gióia mais acessível e confortável aos adolescentes, população a qual procura em menor número atendimento médico e orientações na mesma.
- Trabalho de conclusão de cursoEDUCAÇÃO SEXUAL: A NECESSIDADE DE EXPLICAR SOBRE GRAVIDEZ INDESEJADA, INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS À POPULAÇÃO.SOARES, Isabella Prieto; OZAWA, CarolinaO trabalho trata de um assunto recorrente e indispensável na Saúde da Família: a educação sexual. Nele é abordada a realidade do Posto Vila Operária-Mongaguá-SP onde trabalho e serão aplicadas as dinâmicas propostas. Vemos como a falta de conhecimento sobre ISTs e métodos anticoncepcionais, mitos sobre laqueadura e vasectomia, e o tabu de falar sobre sexo, trazem dificuldades para a população, gerando assim gestações não planejadas, infecções sexuais e dúvidas recorrentes sobre o assunto. O objetivo desse trabalho é criar formas de difundir conhecimento sobre prevenção de doenças e gravidez indesejada, esclarecer dúvidas e desmistificar um assunto presente no dia a dia de todos.
- Trabalho de conclusão de cursoGESTAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA, NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE RAIMUNDA SOUZA MARTINEZ, MUNICÍPIO DE ARAÇATUBA - SPDIAS, Danilo Bittencourt; MANTOVANI, Gisele Lopes Da SilvaA gestação na adolescência é sempre vista com preconceito por toda família, precisa de acompanhamento psicológico e uma abordagem familiar complexa. A evolução da gravidez ocorre, na maioria dos casos, sem intercorrências, provocando apenas alterações no organismo e no cotidiano materno, sejam elas físicas, hormonais, psíquicas ou de interação social, é um fenômeno fisiológico na vida da mulher. A despeito disso, algumas mulheres podem apresentar complicações clínicas que aumentam os riscos para uma série de resultados adversos, tais como: pré-eclâmpsia, Diabetes mellitus gestacional e trabalho de parto prematuro. Toda gestação traz algum risco para mãe e para o feto, porém espera-se que esta etapa transcorra sem intercorrências, uma vez que é um processo natural, apesar das mudanças. Já na gestação de alto risco, a mãe e/ou o feto apresentam problemas de saúde, algum agravo e com maiores probabilidades de evolução desfavorável da gravidez. Entre esses problemas, destaca-se a gravidez na adolescência. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente, considera a adolescência a faixa etária dos 12 anos aos 18 anos de idade completos, sendo, este Estatuto, referência desde os anos de 1990 para criação de leis e programas que asseguram os direitos dos mesmos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define que esse período da vida, a partir do aparecimento das características sexuais secundárias, do desenvolvimento de processos psicológicos e de identificação que evoluem da fase infantil para a adulta e, também, pela transição de um estado de dependência para outro de relativa autonomia e, este fator de autonomia, pode estar sendo acarretado um problema de uso inadequado dos métodos contraceptivos. A adolescência é uma fase de escolhas que podem ter influência determinante no presente e no futuro de cada pessoa, seja levando ao pleno desenvolvimento pessoal, social e econômico, seja criando obstáculos à realização destas metas. A prevenção em saúde indica uma ação antecipada, baseada no conhecimento que temos das causas de uma condição de saúde que poderá contribuir na redução da gravidez na adolescência. Prevenir é considerar uma série de fatores para favorecer que o indivíduo tenha condições de fazer escolhas.
- Trabalho de conclusão de cursoGRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO SEXUAL FAMILIAR NA UBS NATÉRCIO SILVA ARRUDA EM CARAPICUÍBA-SPMOREIRA, Pollyanna De Oliveira; MARCOLINO, Fernanda FerreiraA adolescência, idade entre 10 e 19 anos, é uma época de vários conflitos pessoais e curiosidade para novas descobertas, picos hormonais, disposição e tempo livre, podem levar o início da vida sexual de forma desprotegida. Uma grande parcelas dos jovens ignoram a existência dos métodos contraceptivos ou sisplesmente conhecem mas não adotam, fato observado na população atendida na UBS Natércio Silva Arruda, no município de Carapicuíba (SP). Devido estes fatos, o Projeto de Território, foi voltado para estes pacientes, com o objetivo de orientar, levar ao conhecimento das causas e consequências de uma gravidez precoce e indesejada, também os métodos contraceptivos, modo de usar, onde encontrar e dos direitos em que eles tem para poder adquiri-los gratuitamente, para que no futuro se possa evitar gravidez indesejada e também prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Considera-se um problema de saúde pública, devido a maior parte dos casos de gravidez precoce e indesejada está associada diretamente com baixa renda, baixa escolaridade e pouca perspectiva de futuro. O Projeto Saúde do Território abrangeu este tema, pelo perfil de mulheres que vão fazer os acompanhamento de pré natal, algumas delas bem jovem, com idades entre quinze e 20 anos. O trabalho foi direcionado às mãe jovens e as adolescentes, levando conhecimento do métodos contraceptivos e o direito ao acesso gratuito, com orientações em linguagem acessível e de fácil entendimento. A maioria das adolescentes quando engravidam de forma precoce, escondem a gravidez dos familiares ou simplesmente não realizam o pré natal no momento adequado, é comum a tentativa de interrupção da gestação, o que retarda ainda mais a procura pela assistência médica. Apesar dos riscos, é fundamental informar que estes eventos podem ser evitados, e quando não evitados, o apoio familiar será essencial para um bom desenvolvimento e confiança nas relações futuras.
- Trabalho de conclusão de cursoGRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA NA USAFA JARDIM DOS PÁSSAROS-GUARUJÁ-SPFONTANA, Tullio; OZAWA, CarolinaAtualmente, gravidez na adolescência, é uma questão polemica de saúde pública por ligar aspectos relacionados ao exercício da sexualidade e da vida reprodutiva às múltiplas condições de desigualdades socioeconômicas e educativas que estão presentes no país. Nesse sentido, é mais apropriado que a gravidez na adolescência seja vista como a resultante de uma pluralidade de fatores, com diferentes significados, abordados de várias maneiras, que adota diversos desfechos. Nesse sentido, buscaremos por meio de orientações, políticas e ações colaborar, fornecendo insumos para a informação, escolha consciente, responsável e autônoma dos atos referentes ao inicio do período reprodutivo das adolescentes da USAFA Jardim Dos Passaros.
- Trabalho de conclusão de cursoGRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃOANICETO, Joara Turi Menegon; SILVA, Richardson Augusto Rosendo DaA rotina na atenção básica nos permite entender as vulnerabilidades e particularidades do nosso território e da população em questão. Assim, cada equipe desenvolve estratégias condizentes com seus principais problemas. Entender o contexto em que uma determinada população está inserida, a composição familiar de cada indivíduo e os fatores externos que interferem na saúde de um paciente, é fundamental para elaboração de um PTS. Seguindo essa linha de pensamento, cabe a nós, porta de entrada do sistema de saúde, entender o que está por trás do aumento da gravidez na adolescência e elaborar estratégias de prevenção e promoção à saúde, a fim de reduzir o impacto desse fenômeno considerado um problema de saúde pública. Há muitas perguntas a serem respondidas. A gravidez na adolescência é consequência da desinformação? Se a maioria das adolescentes tem acesso à informação, seria um desejo delas engravidar? A gravidez na adolescência é um preconceito por parte da sociedade ou ela realmente traz prejuízos à adolescência? A gravidez na adolescência teria causas e desfechos diferentes em classes sociais distintas? Tentando responder a essas perguntas, através de trabalhos publicados, percebe-se que esse é um problema de alta complexidade que envolve fatores sociais, fatores culturais, o papel da mulher na sociedade, a composição familiar dessas jovens e o conceito de família. Logo, a gravidez na adolescência tem seu fundamento no início precoce da atividade sexual, na desinformação, na falta espaço para esses adolescentes nas unidades básicas e na dificuldade na abordagem desse assunto no âmbito familiar, entretanto também envolve questões emocionais e psicossociais principalmente nas classes mais populares. Por não ser um fenômeno homogêneo torna-se um desafio elaborar ações que tenham impacto positivo.
- Trabalho de conclusão de cursoGRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: O MELHOR É PREVENIR - PROJETO DE INTERVENÇÃO NA ESF C - MUNICÍPIO POTIM/SPSILVA, Karina Braga Da; FREITAS, Alexandra Corrêa DeO Brasil e o território em estudo possuem dados alarmantes de gravidez na adolescência sendo que a falta de informação e o perfil socioeconômico influenciam diretamente, com isso a Estratégia de Saúde da Família torna-se essencial para elevar o nível de conhecimento a respeito da sexualidade e sobre métodos contraceptivos, além de fornecer assistência à mãe, ao pai e ao filho. A gravidez na adolescência em sua grande maioria torna-se indesejada e com isso traz muitas complicações para a gestante e para feto. Observa-se ainda que as orientações fornecidas as jovens antes, durante e após a gravidez são inadequadas e não suprem as necessidades e dúvidas existentes, demonstrando a ineficiência do serviço de saúde e escolar. Mediante a gravidade e complexidade do problema elaborou-se como estratégias a realização de dinâmicas na escola do território, palestras na unidade ESF C com gestantes para esclarecimento de dúvidas, sendo esperado que através deste trabalho multidisciplinar elevando o conhecimento, seja possível mudar estes índices consideravelmente, além de estreitar o vínculo entre gestantes - unidade – escola, contribuindo para uma área com menos famílias desestruturadas, mais jovens frequentando escolas e menos problemas de saúde em crianças.
- Trabalho de conclusão de cursoGRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: PREVENÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃORIBEIRO, Lucas Nogueira Simoes; SALVADOR, Monalisa LimaO trabalho visa diminuir as taxas de natalidade na população residente no bairro/distrito do Rechã (Itapetininga-SP), principalmente em adolescentes, assim como conscientizar sobre as desvantagens de uma gestação neste período da vida. O projeto consiste na inserção dos profissionais de saúde na escola, levando conhecimento e sanando dúvidas, assim como total acolhimento dos jovens na Unidade Básica de Saúde que buscam formas anticonceptivas ou informações.
- Trabalho de conclusão de cursoIMPLANTAÇÃO DE AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA A PREVENÇÃO DA SÍFILIS NA GESTAÇÃO NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE SYLVIO JOÃO LUIZ DE LUCIA NO MUNICÍPIO DE OSASCO-SPLIMA, Priscilla Morgana Faria; MIRANDA, Sergio Vinicius Cardoso DeA sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível que apresenta mundialmente altos índices de transmissão. A inclusão da sífilis na gestação como doença de notificação compulsória justifica-se por sua elevada taxa de prevalência e elevada taxa de transmissão vertical, que varia de 30 a 100% sem o tratamento ou com tratamento inadequado. Quando a gestante é acometida durante a gravidez, pode transmitir via placentária para o feto tendo consequências graves como óbito fetal ou após o nascimento a criança pode apresentar pneumonia, feridas no corpo, cegueira, dentes deformados, problemas ósseos, surdez ou deficiência mental. O objetivo do projeto de intervençao é a implantação de ações de Educação em Saúde para a prevenção da Sífilis na Gestação na Unidade Básica de Saúde Sylvio João Luiz de Lucia no município de Osasco-SP. Serão realizadas campanhas, paletras e distribuição de folhetos para informar sobre o diagnostico e tratamento, além da intensificação do acompanhamento da gestante no pré-natal e da criança após o nascimento, busca ativa das gestantes que não aderirem ao tratamento e acompanhamento, dentre outros. Como resultados espera-se que ocorra redução nos indices de gestantes contaminadas e de crianças com sequelas da sífilis congênita. A Estratégia de Saúde da Família apresenta papel de destaque na vigilância epidemiológica da sífilis na gestação, no controle da transmissão vertical, no acompanhar adequadamente o comportamento da infecção nas gestantes para planejamento e avaliação das medidas de tratamento, prevenção e controle.
- Trabalho de conclusão de cursoINCIDÊNCIA DE GESTAÇÕES NÃO PLANEJADAS E AS CONSEQUÊNCIAS DA AUSÊNCIA OU MÁ ADESÃO DAS AÇÕES DE PLANEJAMENTO FAMILIAR EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE ITAPECERICA DA SERRA-SPBORTOLETO, Mariana Vaz De Campos Botelho; QUEVEDO, Michele PeixotoVários fatores interferem no aumento da incidência de gestações não planejadas e na ausência ou má adesão das ações de Planejamento Familiar em uma Unidade de Saúde da Família no município de Itapecerica da Serra-SP, constituindo um grande problema de saúde pública devido às consequências implicadas. A Equipe de Saúde da Família se torna o ponto primordial de acolhimento e prevenção primária nestes casos, oferecendo um atendimento multiprofissional, tirando todas as dúvidas que a população, principalmente as que adolescentes possuem, além de auxiliar na escolha dos melhores métodos anticonceptivos para cada um e orientando sobre doenças sexualmente transmissíveis. O trabalho trata sobre intervenções que podem ser feitas por todos os membros da equipe, com intuito de aumentar a adesão da população no planejamento familiar, diminuir gestações indesejadas e má adesão de métodos anticoncepcionais. Com isso tornar a população de risco autônoma na promoção de sua saúde, com tudo a sexual.
- Trabalho de conclusão de cursoMANEJO DE GESTANTES ADOLESCENTES E PLANEJAMENTO FAMILIAR, DENTRO DO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE.COLONHESI, Maria Helena Tabet; SOUZA, Cristiane Lopes DeA Organização Mundial de Saúde define a adolescência como sendo o período compreendido dos 10 aos 19 anos de idade (3). Devido às transformações que acontecem naturalmente nessa faixa etária, como crises de identidade, instabilidade de humor, construção da personalidade, alterações corporais, entre outras, a adolescência é encarada pela sociedade como um período de crise (3). A gravidez na adolescência é considerada atualmente um risco social e um problema de saúde pública, uma vez que a morbimortalidade materna e infantil nessa população é alta (1). Além do fato que a gravidez precoce muitas vezes tem papel desestruturador na vida dos jovens (1). Além do mais ocorre tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento sendo os Estados Unidos da América o país desenvolvido com maior taxa de natalidade adolescente.De acordo com estudos publicados recentemente, a gravidez na adolescência é uma realidade que acomete todas as classes sociais, sobretudo com maior incidência na população de baixa renda, caracterizando-se como uma relevante questão social uma vez que pode se transformar num perpetuador da pobreza (2), além de estar associada a vulnerabilidade individual, psicossocial e estrutural. Vulnerabilidade é a capacidade de obter informações e a possibilidade de metabolizá-las e incorporá-las ao cotidiano. Se, por um lado, vivemos na chamada era da informação, com acesso cada vez maior a mídia digital e redes sociais, muitas vezes esse acesso paradoxalmente não leva a um maior aprendizado pois o conhecimento não necessariamente é incorporado ao dia a dia. Desse modo, pode-se citar também a falta de informação aos itens descritos acima (5).Outrossim, na análise dos trabalhos, percebeu-se que também os fatores que o início precoce da atividade sexual, a ausência de métodos contraceptivos funcionais e adequados à realidade e a falta de posição social na comunidade também contribuem para a ocorrência de gravidez precoce.(2) Conforme dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde, o índice de gravidez entre adolescentes, tem relação direta e indireta a condições sócio-econômico-culturais e, com isso, tende a ser maior nas situações em que essas condições, por algum motivo, não são adequadas uma vez que nessas circunstâncias o acesso à informação fica prejudicado.
- Trabalho de conclusão de cursoMENINAS MÃES E SUAS JOVENS AVÓS: UM DESAFIO PARA O CUIDADO EM SAÚDEVIEIRA, Felipe Alves; FELTRIN, Aline Fiori Dos SantosA população da USF Boa Vista, localizada na cidade de Rio Claro - SP, encontra-se em situação de vulnerabilidade social agravada por políticas públicas excludentes e baixa escolaridade que corroboram com uma situação complicada que é a gravidez na adolescência. No ano de 2018, foram acompanhadas 32 gestantes por meio do pré-natal, sendo 4 menores de 14 anos. Já em 2019, haviam 29 grávidas, sendo 5 menores de 14 anos e, destas, 2 também tinham as avós que seriam futuras mães conjuntamente. O exemplo materno somado a situação de baixa escolaridade, desistência precoce do estudo, violência urbana e familiar e imaturidade pela própria idade levam as meninas a iniciarem a vida sexual precocemente e não se prepararem para a consequência de relações sexuais desprotegidas, seja a gravidez ou as ISTs. Dessa forma, é crescente o número de meninas mães e jovens avós que fazem parte da população da USF Boa Vista.Com o objetivo de combater esse problema foi programada uma visita à escola do bairro em que se encontra a unidade de saúde e onde boa parte das adolescentes da comunidade estudam para abordagem da sexualidade, gestação precoce e ISTs tendo como referência a Lei nº 13.798/2019, que institui a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, e que passará a ser celebrada anualmente a partir de 1º de fevereiro.Além disso, foram distribuídos exemplares da Caderneta de Saúde de Adolescentes (CSA) com enfoque na prevenção da gestação e de ISTs e promovida uma roda de conversa para orientações sobre como proceder durante gestações não planejadas, incentivo a permanência na escola para completar os estudos e cuidados do pré-natal. Espera-se com este projeto apoiar o vínculo das adolescentes à equipe de saúde, bem como dar continuidade ao acompanhamento das adolescentes pós-parto, bem como ampliar as ações na Saúde do adolescente, buscando reduzir o índice de gravidez na adolescência.
- Trabalho de conclusão de cursoMINIMIZAÇÃO DAS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELAS GESTANTES ADOLESCENTES ATRAVÉS DE UM GRUPO DE APOIO CENTRADO NO ATENDIMENTO HUMANIZAPEDROSO, Jônatas De Souza; SANTOS, Mariana Cristina Lobato DosO tema gravidez na adolescência é de suma importância na sociedade brasileira devido à notória vulnerabilidade pelas quais estas pacientes estão expostas. Este público alvo apresenta duas características principais de vulnerabilidade: baixo perfil socioeconômico-cultural e localizada em uma área de risco urbano/ambiental. O presente trabalho observou a necessidade da criação de um grupo de apoio, a gestantes adolescentes, que tenha um olhar humanístico ao publico que se encontra vulnerável em todas as áreas (física, sentimental, financeira e social) onde serão tratados diversos temas coerentes com seu estado físico e emocional, incentivando-as a prática de atividades físicas, terapia ocupacional bem como o compartilhamento de experiências vividas pelas integrantes do grupo. O principal resultado esperado dessas atividades em grupo é atenuar as dificuldades encontradas pelas mesmas neste período, sendo primeiramente criar a sensibilização da equipe de trabalho no acolhimento das mesmas; conscientizar a importância do pré-natal; o fortalecimento do vínculo familiar; gerar vínculo mamãe-bebê e a importância da periodicidade das consultas com o bebê; a conscientização da importância do planejamento familiar para seu futuro.
- Trabalho de conclusão de cursoO AUTO ÍNDICE DE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA EM IPORANGAERICEIRA, Caio Francisco Lima; CRUZ, Gleidjane Maciel DellaA gravidez é um momento transformador na vida não só da mãe, mas também de toda a familia. Planejar para que a gestação ocorra em um momento familiar favorável é fundamental para que os pais se sintam mais seguros e a criança cresça e se desenvolva da melhor maneira possível. Nos dias atuais quando a gravidez ocorre durante a adolescência, de uma forma geral, vemos a interrupção,quase sempre completa, dos planos de vida dessas jovens mães. O objetivo deste projeto é buscar entender não só os problemas de saúde que a gestação precoce pode desencadear, mas também os problemas sociais e familiares envolvidos, propondo o uso da educação para saúde como ferramenta modificadora desse cenário no ambito da Atenção Primária à Saúde.
- Trabalho de conclusão de cursoORGANIZAÇÃO DO ACESSO AO PLANEJAMENTO REPRODUTIVO EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIAMARTINS, Márcio Junior Ventura; ZAMBON, Vera DibNa população adscrita pela USF Cidade Aracy Equipe 2 em São Carlos há um problema relacionado a alta taxa de gestações indesejadas, gestações na adolescência e falta de acesso a métodos contraceptivos não hormonais. A literatura traz indicações importantes de que o acesso ao direito a Planejamento Reprodutivo é fundamental no enfrentamento da desigualdade social, e no empoderamento da mulher, auxiliando em sua emancipação tanto no núcleo familiar inicial, quanto em relacionamentos abusivos. O objetivo deste projeto é a organização do acesso ao planejamento reprodutivo colaborando para evitar a gravidez indesejada. no território da USF. Como ações espera-se capacitar a equipe para identificar mulheres mais vulneráveis com necessidade de acesso ao Planejamento Reprodutivo, e manter de forma perene a oferta de todos métodos previstos pela legislação atual, com destaque ao DIU como método eficaz, de baixo custo, e seguro para diversos grupos.