Fundação Oswaldo Cruz Mato Grosso do Sul (Fiocruz MS)
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Navegando Fundação Oswaldo Cruz Mato Grosso do Sul (Fiocruz MS) por Area Temática "Epidemiologia"
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- VídeoAbordagem da criança com síndrome congênita relacionada ao vírus ZikaBrito, CarlosO professor Carlos Brito aborda neste vídeo o que fazer no caso de confirmação da microcefalia na criança. Afirma que deve-se seguir os protocolos clínicos de microcefalia normalmente, com uma abordagem profissional, envolvendo neuropediatras, nutricionistas, terapeutas, enfermeiras, fonoaudiólogos. Estimular o desenvolvimento da criança, porém que esse irá depender do grau de microcefalia e de alteração do sistema nervoso central.
- Trabalho de conclusão de cursoAÇÕES SOCIOEDUCATIVAS NO COMBATE AO MOSQUITO AEDES AEGYPTIOliveira, Erika dos Santos; LIMA, ANA PAULA GONÇALVES DEA dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectam anualmente, em mais de 100 países. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da dengue(1).A promoção da saúde requer a consideração de ações que agem nos determinantes de saúde e da qualidade de vida. A formação de alianças está baseada no reconhecimento de que o ambiente escolar precisa integrar outras áreas para que ocorra a redução das problemáticas que surgem, criando, com isso, a necessidade de articulação das ações da escola com os demais setores da sociedade. A crescente na incidência de dengue no município de Novo Gama, a falta de orientação da comunidade que permanece a favorecer os criadouros do vetor, o afastamento que há entre os setores educação e saúde, torna pertinente a realização desse projeto, que visa promover ações conjuntas com os setores já citados e ainda com a secretaria de infraestrutura e prefeitura municipal, uma vez que há grande quantidade de lixo depositados em via pública. Teve como objetivo principal realizar atividades educativas, com foco no combate à dengue, com os alunos da rede municipal de educação de Novo Gama – Goiás, visando a redução dos índices de notificação dos casos de dengue. Todos os objetivos foram alcançados. É visível a mudança de conduta das crianças, que com a pouca idade muito colaborou com a redução dos possíveis criadouros do mosquito, por outro lado os adultos precisam de um acompanhamento constante e incansável, para que no futuro, o município de Novo Gama possa sair do ranking em números de notificações e o poder público precisa de ações mais eficazes para redução dos danos causados pela dengue.
- VídeoApoio psicossocial à puérpera: recém-nascidos com síndrome congênita relacionada ao vírus ZikaBrito, CarlosNo vídeo o professor Carlos Brito destaca a importância do acolhimento à família da criança com microcefalia, onde o nascimento é um momento de muita ansiedade e angústia. O profissional precisa dar todo o suporte necessário não somente na parte técnica mas também emocional envolvida no cuidado de uma criança com microcefalia, onde um acompanhamento com psicólogo é imprescindível, tanto no suporte da mãe quanto dos outros familiares.
- VídeoAspectos epidemiológicos da infecção pelo ZikaBrito, CarlosO professor Carlos Brito, da UFPE apresenta nesse vídeo um panorama histórico e epidemiológico da Zika, doença viral transmitida pelo Aedes aegypti. Discorre sobre o perfil do Zika vírus, seu histórico epidemiológico e progressão da transmissão. Aborda sua chegada no Brasil em 2014, o surgimento de características ligadas à complicações, dentre essas o aumento do número de casos de microcefalia e outras alterações congênitas.
- VídeoChikungunya: acolhimento com classificações de riscoCunha, Rivaldo Venâncio daO professor Rivaldo Cunha aborda nesse vídeo o acolhimento do doente com a classificação de risco, uma estratégia que deve ser implementada em todas as unidades de atenção à saúde, cujo objetivo é facilitar o atendimento ao paciente com suspeita de Chikungunya. Os diversos profissionais envolvidos devem estar aos sinais de gravidade do doente, estabelecendo e observando os critérios de classificação. O encaminhamento deve ser feito em tempo hábil e o reconhecimento do quadro deve ser realizado de forma rápida, fatores que são possíveis se o acolhimento e classificação de risco na unidade de saúde estiverem devidamente implantados de acordo com o fluxograma do Ministério da Saúde.
- VídeoChikungunya: aspectos históricosCunha, Rivaldo Venâncio daO professor Rivaldo Cunha discorre nesse vídeo sobre o histórico da doença conhecida como Chikungunya, sua ocorrência em outros países, casos isolados etc. Inicia o vídeo relatando que em dezembro 2013 a OPAS e a OMS um alerta sobre a ocorrência da doença em países do Caribe. Apresenta um panorama sobre a evolução e transmissão do vírus e sua nomenclatura, que originou-se sudeste africano. Os doentes da região na época tinham como diferencial a extrema dor provocadas nas articulações, o que fazia com que seus portadores andassem curvados, assim, no dialeto local esses indivíduos foram denominados Chikingunya, "aquele que se curva". O professor continua o vídeo sobre as taxas, casos e configuração do vírus nos mais diversos países.
- VídeoChikungunya: caso suspeito e caso confirmadoCunha, Rivaldo Venâncio daO professor Rivaldo Cunha diferencia nesse vídeo os casos suspeitos de Chikungunya dos casos confirmados. Caso suspeito é toda pessoa a pessoa que apresente febre de início súbito acompanhada de artralgia ou artrite desde que não tenha outra explicação para esse comprometimento articular e resida em uma região em que esteja ocorrendo casos da doença etc. Já o caso confirmado, que é aquele caso suspeito comprovado pelo exame laboratorial que confirmou a existência do vírus ou a presença de anticorpos.
- VídeoChikungunya: espectro da infecçãoCunha, Rivaldo Venâncio daO professor Rivaldo Cunha discorre nesse vídeo sobre o espectro da infecção com o vírus Chikungunya, salientando principalmente os casos atípicos da doença, onde não há manifestações clínicas. Característicamente após a inoculação do vírus, segue-se um período de 3 a 7 dias de incubação intrínseca na pessoa infectada, onde ocorre a multiplicação do vírus em alguns órgãos como fígado, baço, glândulas e após ele retorna para a corrente sanguínea. Ao longo do vídeo o professor discorre sobre as várias formas típicas e atípicas de manifestação da doença, conduzindo o diagnóstico e destacando pontos importantes que o profissional deve atentar-se para o diagnóstico e tratamento da doença.
- VídeoChikungunya: organização do serviço de saúdeCunha, Rivaldo Venâncio daO professor Rivaldo Cunha discute nesse vídeo a importância da integração de todos os serviços de assistência ao paciente com Chikungunya, englobando as equipes multiprofissionais. Caracteristicamente no Brasil, a organização dos serviços de saúde é feita sobre duas categorias profissionais: médicos e enfermeiros; o professor defende que durante as epidemias de dengue e Chikungunya a atenção multiprofissional é fundamental no acolhimento e assistência desses doentes. Destaca também que a organização desses serviços deve ser bem planejada envolvendo desde os materiais, medicamento, disponibilização de fluxogramas etc. e as equipes.
- VídeoGestação e síndrome congênita relacionada a infecção pelo vírus ZikaBrito, CarlosO professor Carlos Brito discorre neste vídeo sobre a microcefalia nos casos de diagnóstico da dengue em gestantes. Discorre que se a infecção pelo vírus ocorre principalmente nos primeiros 3 meses da gestação, implica diretamente nas malformações do sistema nervoso central do feto. O professor aborda aspectos que sugerem que a criança pode ter microcefalia no ultrassom do pré-natal e os casos em que a doença é percebida somente no nascimento. Destaca que para que se confirme a microcefalia ainda na maternidade é imprescindível ter alterações nos exames de imagem e indica a realização do ultrassom transfontanela.
- VídeoOrientação à gestante com exantemaBrito, CarlosO professor Carlos Brito afirma nesse vídeo que nem toda gestante que entre em contato com o vírus acarreta no desenvolvimento da microcefalia na criança; existem vários outros fatores associados à malformação da microcefalia, como a carga viral, momento da gestação etc. Quando o diagnóstico é feito no nascimento é importante a notificação aos órgãos de saúde para que se possa identificar incidência do vírus na região.
- Trabalho de conclusão de cursoPROMOVENDO AÇÕES EDUCATIVAS SOBRE MALÁRIA EM UM ASSENTAMENTOQuintero, Annia Quintero; Silva, Marta de Melo Oliveira eA Malária é reconhecida como grave problema de saúde pública no mundo, ocorrendo em quase 50% da população em mais de 109 países e territórios. No Brasil, a região amazônica é considerada a área endêmica do país para Malária. O presente projeto baseou-se na organização e promoção de intervenções em saúde sobre a malária, através de ações educativas, visando avaliar o nível de conhecimento dos usuários antes e depois da intervenção, num assentamento no distrito Vista Alegre do Abunã/RO, no período entre julho a dezembro de 2014. No assentamento vivem 263 moradores, porém participou 89 por atenderem aos critérios de seleção. Para o levantamento do conhecimento desses usuários foi aplicado um questionário em duas fases; na primeira fase, não houve nenhuma abordagem prévia sobre os aspectos da doença, o controle social e participação popular; a segunda fase foi precedida por palestras, exposição dialogada com recursos visuais, em um total de oito encontros, devidamente programados pela equipe de saúde da ESF, com objetivos de promover mudanças no estilo de vida, oferecimento de conhecimentos gerais sobre malária, fatores de risco, aspectos clínicos e epidemiológicos, controle seletivo do vetor, medidas de proteção individual e coletiva, vigilância epidemiológica e mobilização social e comunitária. Como resultado da aplicação do questionário antes das ações educativas ficou evidenciado a falta de desconhecimento da comunidade sobre a doença que esteve determinada pela falta de intervenção educativa anteriormente nesta comunidade e após as atividades educativas, o nível de conhecimento da população sobre a doença mudou muito. Concluímos que é importante a promoção de ações de educação em saúde, mobilização social e a participação comunitária, articuladas com a secretaria de meio ambiente, o desenvolvimento de projetos nesses assentamentos ou comunidades com focos de transmissão da Malária de maneira sistemática e supervisionada. Assim como organizar capacitações aos líderes da comunidade, agentes de endemias e agentes comunitários.