Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS/Fiocruz)
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Navegando Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS/Fiocruz) por Area Temática "Doenças Infecciosas"
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- TextoO acolhimento e a coinfecção TB-HIV [versão para impressão]Medeiros, LucieneUnidade 1, atividade 1 do curso Manejo da coinfecção TB-HIV: slides da aula sobre o acolhimento em serviços que atendem pessoas coinfectadas por tuberculose e HIV.
- TextoAdesão ao tratamento na coinfecção TB-HIV [transcrição da videoaula]Medeiros, LucieneUnidade 1, atividade 3 do curso Manejo da coinfecção TB-HIV: transcrição da videoaula em que a médica Luciene Medeiros aborda as boas práticas de adesão e o Tratamento Diretamente Observado (TDO) de tuberculose em pessoas que vivem com HIV/AIDS. Tais práticas estão diretamente relacionadas ao desfecho dos casos de tuberculose.
- VídeoAdesão e orientação para tratamento da Hanseníase [dramatização]Dias, Eduardo; Moreira, Tadiana Maria Alves; Dias, Eduardo; Menezes, Bárbara Bontempo de; Afonso, Francileudo Lima; Frade, Marco Andrey Cipriani; Dias, EduardoUnidade 3, atividade 1 do curso Hanseníase na Atenção Básica: dramatização sobre a orientação e a importância do tratamento da hanseníase a um paciente relutante em aceitá-lo.
- SCORMAdesão e TDO [tuberculose](2012-01) Brasil. Ministério da Saúde.; Brito, Rossana Coimbra; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Barreto Brasil, Lina Sandra; Barreto Brasil, Lina Sandra; Aguiar, Raphael Augusto Teixeira de; Menezes, Bárbara Bontempo de; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Afonso, Maria da Conceição Lima; Freitas, Mariella Bontempo Duca deRevisão do módulo 3, da unidade 3, do curso Ações para o controle da tuberculose na atenção básica. O módulo apresenta informações sobre as consequências do abandono do tratamento da tuberculose e a importância do Tratamento Diretamente Observado (TDO) para estimular a adesão e reduzir o abandono ao tratamento. Informações sobre as estratégias, público alvo, modalidades e pontos para a preparação do TDO e pessoas habilitadas a aplicar o tratamento são descritas ao longo da revisão. Ao final é apresentado um vídeo que ilustra o trabalho feito pela Equipe de Saúde da Família, em domicílio. São dadas orientações para o preenchimento da ficha de acompanhamento da tomada diária da medicação do TDO, utilizada para acompanhar a evolução do tratamento. O recurso disponibiliza ainda um teste, em caráter formativo, para avaliar e aprimorar os conhecimentos sobre o assunto.
- TextoAspectos neurológicos e alterações de sensibilidade [versão para impressão]Frade, Marco Andrey CiprianiUnidade 2, atividade 1 do curso Hanseníase na atenção básica: aspectos neurológicos e as alterações de sensibilidade para o diagnóstico clínico da hanseníase.
- Material multimídiaAtualização do manejo clínico da dengue(2012) Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Moura, Alexandre Sampaio; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Menezes, Bárbara Bontempo deCurso a distância, autoinstrucional, possui um enfoque prático baseado na análise de casos clínicos que incluem a determinação de ações importantes para o correto manejo da dengue endêmica em nosso país. São quatro casos clínicos com alternativas a serem respondidas e que demandam, em média, 15 minutos, cada caso, para serem finalizados. Cada caso contém o fluxograma do manejo da dengue e os dados do paciente. Em caso de erro na resposta, um hipertexto guiará o participante as informações importantes para o aprendizado.
- SCORMAvaliação clínica e exames complementares [tuberculose](2012-01) Brasil. Ministério da Saúde.; Brito, Rossana Coimbra; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Barreto Brasil, Lina Sandra; Barreto Brasil, Lina Sandra; Aguiar, Raphael Augusto Teixeira de; Menezes, Bárbara Bontempo de; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Afonso, Maria da Conceição Lima; Freitas, Mariella Bontempo Duca deRevisão do módulo 2, da unidade 2, do curso de Ações para o controle da tuberculose na atenção primária. O recurso apresenta informações sobre a tuberculose pulmonar, miliar e extra-pulmonar, seus sintomas comuns, os tipos de diagnósticos e exames complementares para a detecção da doença, como: baciloscopia (e seu modo de coleta), cultura, prova tuberculínica e radiografia de tórax. Além disso, descreve as diferenças de sintomas e diagnóstico em crianças, e disponibiliza teste para avaliar e aprimorar os conhecimentos.
- VídeoAvaliação de sensibilidade dolorosaFrade, Marco Andrey CiprianiUnidade 2, atividade 1 do curso Hanseníase na atenção básica: avaliação da sensibilidade álgica, numa criança, utilizando uma agulha de insulina.
- VídeoAvaliação de sensibilidade tátilFrade, Marco Andrey CiprianiUnidade 2, atividade 1 do curso Hanseníase na atenção básica, o professor Marco Andrey Cipriani Frade, demonstra a avaliação da sensibilidade tátil em criança com uma lesão suspeita no dorso e ela irá relatar as alterações.
- SCORMBusca ativa de sintomático respiratório [tuberculose](2012-01) Brasil. Ministério da Saúde.; Brito, Rossana Coimbra; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Barreto Brasil, Lina Sandra; Barreto Brasil, Lina Sandra; Aguiar, Raphael Augusto Teixeira de; Menezes, Bárbara Bontempo de; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Afonso, Maria da Conceição Lima; Freitas, Mariella Bontempo Duca deRevisão do módulo 1, da unidade 2, do curso de Ações para o controle da tuberculose na atenção primária. Apresenta informações e passo a passo para a busca ativa de sintomáticos respiratório (SR) em tuberculose, essencial para a interrupção da cadeia de transmissão da doença. Indica estatísticas de casos de SR por região e estratégias especiais para a busca ativa. O recurso indica ainda como fazer o registro de sintomático respiratório e disponibiliza teste, em caráter formativo, para avaliar e aprimorar os conhecimentos.
- VídeoCaracterísticas das reações hansênicasTrindade, Maria Angela BianconciniUnidade 3, atividade 1 do curso Hanseníase na Atenção Básica: a doutora Maria Angela Bianconcini fala sobre os tipos e as características das reações hansênicas do tipo 1 (ou reversa) e do tipo 2 (ou Eritema Nodoso Hansênico).
- VídeoCaso clínico Laura: suspeita de dengue em gestantesAfonso, Francileudo Lima; Moura, Alexandre Sampaio; Mourão, Maria Vitória Assumpção; Medina Béltran, Lorena; Gontijo, Lauro; Medina Béltran, Lorena; Afonso, Francileudo Lima; Rodrigues, Olga Maíra; Moura, Alexandre SampaioOs médicos Alexandre Moura e Maria Vitória Mourão discutem nesse vídeo sobre o Caso Laura do Curso Atualização do Manejo Clínico da Dengue. Laura é uma gestante que apresenta sinais e sintomas compatíveis com dengue, o que a coloca em um grau de maior risco de evolução desfavorável. Por ser gestante, apresentar quadro ferbil e dor abdominal, Laura já se encaixa no grupo C. Nesses casos, a orientação é a realização de uma anamnese completa e o exame físico. O exame físico deve ser realizado delicadamente, e uma atenção redobrada deve ser dada ao aumento da frequência cardíaca e redução PA, naturais da gravidez mas que também podem indicar sinais de dengue. Nesse recurso, os médicos discutem sobre a conduta e dão dicas de procedimentos e tratamentos para melhor atender situações como esse caso bem como revelam a evolução do quadro e destino de Laura.
- SCORMCaso Geraldo: análise de caso clínico da dengue(2012) Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Freitas, Mariella Bontempo Duca de; Moura, Alexandre Sampaio; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo deCaso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Apresenta caso de paciente com quadro clínico suspeito de dengue, inicialmente classificado como A, mas que evolui com aparecimento de um sinal de alarme importante, a dor abdominal (Quintanilha, 2010; Vita et al., 2009). O Sr. Geraldo é então classificado como C e passa a receber hidratação venosa. O caso discute o volume da hidratação, tanto na fase de expansão (20 ml/kg/h nas primeiras duas horas) quanto na fase de manutenção, na qual o volume precisa ser reduzido para 25 ml/kg em 6 horas e a necessidade de manter hidratação parenteral por pelo menos 48h. Ressalta também a importância do acompanhamento periódico do hematócrito para ajustes do volume de hidratação, evitando-se assim a sobrecarga hídrica que pode resultar em congestão ou a administração insuficiente de líquidos que pode levar à hipotensão ou ao choque.
- SCORMCaso Maria do Socorro: análise de caso clínico da dengue(2012) Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Freitas, Mariella Bontempo Duca de; Moura, Alexandre Sampaio; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo deCaso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Aborda o caso de paciente que apresenta quadro sugestivo de dengue, sem sinais de alarme ou choque, prova do laço negativa, mas que apresenta uma comorbidade, cardiopatia isquêmica compensada e uso de AAS. As comorbidades parecem estar associadas a uma maior gravidade dos casos e, desta forma, ela deve ser manejada com classificação B. Ela mantém controle diário na unidade de saúde e, como não apresenta sinais de alerta nem de choque e sem alterações relevantes de hematócrito e plaquetas, mantém hidratação oral. O caso discute também a manutenção do AAS em um paciente com dengue.
- SCORMCoinfecção TB e HIV(2012-01) Brasil. Ministério da Saúde.; Brito, Rossana Coimbra; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Barreto Brasil, Lina Sandra; Barreto Brasil, Lina Sandra; Aguiar, Raphael Augusto Teixeira de; Menezes, Bárbara Bontempo de; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Afonso, Maria da Conceição Lima; Freitas, Mariella Bontempo Duca deRevisão do módulo 3, da unidade 2, do curso de Ações para o controle da tuberculose na atenção primária. Apresenta informações sobre a infecção por HIV em pacientes com tuberculose como o maior fator de risco conhecido para a progressão da doença. Indica os componentes, os objetivos e as etapas do aconselhamento ao paciente com tuberculose para a realização do teste de HIV e descreve os métodos clássicos e teste rápidos para o diagnóstico da infecção pelo vírus. Especifidades dos exames para diagnóstico de tuberculose em pessoas vivendo com HIV/Aids e recomendações de tratamento nesses casos também são descritas no recurso. Disponibiliza ainda um teste, em caráter formativo, para avaliar e aprimorar os conhecimentos sobre o assunto.
- VídeoControle de infecção pelo Mycobacterium tuberculosis nos serviços que atendem PVHABrito, Rossana Coimbra; Afonso, Francileudo Lima; Menezes, Bárbara Bontempo de; Brito, Rossana Coimbra; Medina Beltrán, Lorena; Menezes, Bárbara Bontempo de; Afonso, Francileudo Lima; Rodrigues, Olga Maíra Machado; Brito, Rossana Coimbra; Rodrigues, Olga Maíra Machado; Afonso, Francileudo LimaUnidade 3, atividade 3, parte 1 do curso Organização de serviços para o atendimento de pessoas coinfectadas por TB-HIV. A infectologista Rossana Coimbra Brito fala sobre o acolhimento em serviços de saúde que atendem pessoas coinfectadas por TB e HIV. Aborda o conjunto de medidas superestimadas, subestimadas e/ou tratadas com desinformação no controle da coinfecção, em especial o controle pelo Mycobacterium tuberculosis, os riscos relacionados ao contagio no ambiente e os procedimentos, medidas de prevenção e biossegurança a serem adotados em unidades de saúde para a diminuição destes.
- SCORMControle dos contatos e tratamento preventivo da ILTB(2012-01) Brasil. Ministério da Saúde.; Brito, Rossana Coimbra; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Gontijo, Lauro; Menezes, Bárbara Bontempo de; Barreto Brasil, Lina Sandra; Barreto Brasil, Lina Sandra; Aguiar, Raphael Augusto Teixeira de; Menezes, Bárbara Bontempo de; Pereira, Rodrigo Pastor Alves; Afonso, Maria da Conceição Lima; Freitas, Mariella Bontempo Duca deRevisão do módulo 2, da unidade 3, do curso de Ações para o controle da tuberculose na atenção básica. O recurso apresenta informações básicas para a atividade de identificação e avaliação de contatos de casos de tuberculose e as etapas em que consiste essa atividade. O fluxograma completo para investigação dos contatos adultos e em crianças e os procedimentos recomendados para contatos de crianças menores de 10 anos são apresentados. Orientações para a operacionalização do controle de contatos na atenção básica, bem como os esquemas de quimioprofilaxia primária e secundária e o esquema terapêutico para infecção latente também são abordados no recurso, além do tratamento de ILTB em adultos e adolescentes. O recurso disponibiliza ainda um teste, em caráter formativo, para avaliar e aprimorar os conhecimentos sobre o assunto.
- VídeoDiagnóstico clínico [dramatização]Dias, Eduardo; Brandão, Jurema Guerrieri; Rocha, Margarida Cristiana Napoleão; Dias, Eduardo; Menezes, Bárbara Bontempo de; Afonso, Francileudo Lima; Frade, Marco Andrey Cipriani; Dias, EduardoUnidade 2, atividade 5 do curso Hanseníase na atenção básica: Dramatização de um exame clínico de teste de sensibilidade. O médico informa ao paciente que o exame de baciloscopia não substitui o exame clínico.
- TextoDiagnóstico da tuberculose ativa em PVHA: outros exames complementares [transcrição da videoaula]Arakaki-Sanchez, DeniseUnidade 2, atividade 4 do curso Manejo da coinfecção TB-HIV: a médica Denise Arakaki-Sanchez fala sobre exames radiológicos, broncoscópicos, bioquímicos, além da dosagem da Adenosina deaminase (ADA) em pacientes com coinfecção TB-HIV.
- VídeoDiagnóstico de tuberculose ativa em PVHA: outros exames complementares [videoaula]Rodrigues, Olga Maíra Machado; Lima, Leudo; Dias, Eduardo; Arakaki-Sanchez, Denise; Menezes, Bárbara Bontempo de; Rodrigues, Olga Maíra Machado; Lima, Leudo; Arakaki-Sanchez, Denise; Rodrigues, Olga Maíra Machado; Lima, LeudoUnidade 2, atividade 4 do curso Manejo da coinfecção TB-HIV: videoaula em que a médica Denise Arakaki-Sanchez fala sobre exames radiológicos, broncoscópicos, bioquímicos, além da dosagem da Adenosina deaminase (ADA) em pacientes com coinfecção TB-HIV.
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