FICHA TÉCNICA DO RECURSO

Baixa adesão ao tratamento medicamentoso em pacientes com hipertensão arterial sistêmica: Proposta de intervenção
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) tem alta prevalência e baixas taxas de controle e a adesão ao tratamento é fundamental para se alcançar o domínio desejado dos níveis pressóricos. No caso da não adesão à terapia medicamentosa, tal fato não se deve somente ao ato de ingerir o medicamento prescrito, mas na forma como o paciente conduz o tratamento, sendo influenciada por vários fatores. Na área de abrangência estudada, há 534 hipertensos cadastrados, o que representa 14,5% da população local, baseado nos registros de equipe e SIAB. Destes, apenas 307 (57,5%) mantém adesão ao tratamento farmacológico. Tal realidade gerou uma motivação para a realização deste trabalho, pois se faz urgente para os profissionais de saúde da família que lidam diretamente com esta clientela compreender melhor os riscos aos quais tais pacientes estão expostos, a fim de realizar um trabalho mais efetivo, de promoção de saúde e prevenção de complicações com os indivíduos hipertensos. O objetivo deste estudo foi elaborar um projeto de intervenção para a melhoria da adesão ao tratamento farmacológico de usuários com HAS na área de abrangência da Equipe de Saúde da Família Alvorada, município de Ituiutaba/Minas Gerais. Para a elaboração da proposta de intervenção foi utilizado o método do Planejamento Estratégico Situacional (PES). Por meio do diagnóstico situacional prévio, verificou-se que os principais fatores que influenciam negativamente a adesão ao tratamento medicamentoso da HAS são: baixo nível de conhecimento e informação sobre HAS, necessidade de mudança de estilo de vida, ausência de sintomas, complexidade do regime terapêutico e pouca adesão a projetos e atividades educativas, além de sobrecarga de trabalho dos profissionais de saúde e falhas no processo de trabalho. Para melhorar a adesão ao tratamento, é importante que os serviços de saúde, principalmente o PSF trace estratégias de ação, que contribuam para o sucesso do tratamento e da efetividade das ações de saúde
https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/8561
07/Apr/2017

  • DOENÇAS (C)
  • Doenças Cardiovasculares (C14)
  • Doenças Vasculares (C14.907)

  • TÉCNICAS E EQUIPAMENTOS ANALÍTICOS, DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS (E)
  • VIGILÂNCIA SANITÁRIA (VS)
  • Vigilância Sanitária de Serviços de Saúde (VS3)
  • Assistência à Saúde (VS3.003)
  • Assistência ao Paciente (VS3.003.001)


  • ASSISTÊNCIA À SAÚDE (N)
  • Administração de Serviços de Saúde (N04)
  • Administração dos Cuidados ao Paciente (N04.590)
  • Assistência Integral à Saúde (N04.590.233)
  • SAÚDE PÚBLICA (SP)
  • Atenção à Saúde (SP2)
  • Níveis de Atenção à Saúde (SP2.001)
  • SAÚDE PÚBLICA (SP)
  • Atenção à Saúde (SP2)
  • Assistência à Saúde (SP2.016)
  • Assistência Integral à Saúde (SP2.016.122)
  • SAÚDE PÚBLICA (SP)
  • Saúde Ambiental (SP4)
  • Serviços de Saúde (SP4.002)