Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
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Navegando Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por Area Temática "Políticas de Saúde e Planejamento"
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- Material multimídiaAcolhimento em saúde(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Francielli; Schuelter, Giovana; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloO objeto inicia esclarecendo que o acolhimento se estabelece como uma forma de reconhecer a capacidade de todos os membros de uma equipe para atuar sobre os problemas de saúde, exercendo a clínica dentro de suas competências profissionais específicas. Destaca ainda que se trata de um processo de encontro entre indivíduo/família/comunidade e trabalhadores de saúde, capaz de colocar em prática na atenção a integralidade, a equidade e a resolubilidade, que articula três dimensões: Relacional, Organizacional e Ética. Para encerrar, é alertado que a compreensão humanizada não permite que o acolhimento em saúde aconteça centrado na atenção médica e que o acolhimento deve ter continuidade por meio da construção de uma rede de conversação efetivada, a respeito de todo o serviço de saúde. Unidade 1 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- Material multimídiaApropriação do território(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Francielli; Schuelter, Giovana; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloO objeto inicia com o personagem contextualizando como estão a cidade e o bairro fictício no que diz respeito localização, estrutura e investimentos, histórico de desenvolvimento e características profissionais da população, o que dá o devido destaque para a necessidade de haver um reconhecimento do território por parte da equipe de saúde da família. Finalizando o assunto, é destacado que as informações sobre o território devem ir além dos fornecidos pelos limites geográficos. O mapeamento deve conter informações sobre áreas com situações de risco, locais e famílias onde a atuação deve ser prioritária e os locais com as características selecionadas pela gestão ou planejamento de atuação das equipes. Unidade 1 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- Material multimídiaAspectos conceituais do planejamento em saúde(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Giovana; Schuelter, Francielli; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloEm aspectos conceituais é destacado que os conceitos que orientam a estratégia de saúde da família são os de território, família e co-participação. A partir desses conceitos, caberá a equipe identificar os problemas de saúde no território, realizar o planejamento em conjunto com a comunidade e acompanhar as ações implantadas. Seguindo, o objeto conceitua Planejamento como sendo um instrumento que busca diagnosticar a realidade, propor alternativas para transformá-la, meios para viabilizar essa transformação e ação oportuna para executar as ações pensadas pelas organizações que, por sua vez, fazem com que a realidade seja novamente diagnosticada. Na sequência utiliza o Sistema Único de Saúde, que articula muitas instâncias, como um exemplo de projeto social complexo que seus objetivos só podem ser atingidos se articular um conjunto amplo e, em geral, heterogêneo de organizações. Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- Material multimídiaAspectos históricos do planejamento na esfera pública(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Giovana; Schuelter, Francielli; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloO objeto inicia sua abordagem salientando que o planejamento, como parte de um ciclo administrativo, não é um conceito novo. Ele vem sendo utilizado e incrementado em sua essência desde o início do século passado. Logo após, demonstra uma sequência histórica de eventos e da utilização e modernização das ações de planejamento: Planejamento centralizado, depois como ferramenta de prevenção de crises, depois o de recuperação pós-guerra, a teoria da dependência e plano e metas e, por último, o planejamento normativo e o estratégico. Unidade 3 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- Material multimídiaAspectos operacionais do planejamento em saúde(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Giovana; Schuelter, Francielli; Silva, Natália de Gouvêa; Franke, Felipe Augusto; Luz, Márcia MeloEste objeto inicia com o convite ao aluno para acompanhar as etapas do planejamento local e participativo de um caso, a organização dos processos de trabalho na unidade de saúde, operacionalização de planejamento estratégico, identificação dos problemas enfrentados pela ESF e a construção de um plano de auxílio. Propõe também formular um conjunto de ações que visa eliminar esses problemas e melhorar a vida e saúde dos moradores, pautando-se nos sete passos propostos por Carlos Matus. Detalha as diferenças das necessidades de planejamento de gerência e gestão, fala das diversidades das situações e os diferentes interesses que demandam soluções e planejamentos diferentes, e mostra que mudar a realidade é mais difícil do que aparenta, pois depende da equipe reconhecer seus problemas nessa realidade antes de propor um planejamento situacional baseado nos quatro momentos básicos onde estão os sete passos. Fornece também detalhado conteúdo sobre cada um dos momentos: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional, visto que neles recai toda a estruturação do planejamento. Unidade 4 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- Material multimídiaA atuação intersetorial em saúde(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Machado, Neila Maria Viçosa; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Schuelter, Giovana; Schuelter, Francielli; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloO objeto mostra que a saúde precisa ser entendida como um problema social, já que a solução depende da atuação de mais de uma política pública setorial. Comenta sobre ações transdisciplinares, intersetoriais e coletivas, assim como as mudanças provocadas por essa nova concepção de atuar em saúde. Discorre sobre as abordagens de integração e a consideração do cidadão na sua totalidade, mostrando a intersetorialidade como protagonista desta desfragmentação, além de como a integração dos saberes se torna um dos pontos mais importantes no processo de trabalho. Unidade 2 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- VídeoComo operacionalizar um planejamento estratégico: síntese de 7 passos(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Machado, Neila Maria Viçosa; Baldessar, Maria José; Andrade, Tânia Maria Machado de; Canan, Adriane; Esteves, Marcelo; Andreguetti, Marcelo; Siqueira, MichelEste vídeo mostra como operacionalizar um planejamento estratégico. Conhecerá sobre a construção de um plano ou projeto que auxilia a Equipe de Saúde da Família a identificar os principais problemas da sua área de abrangência, formulando um conjunto de ações que possa reduzir e/ou eliminar esses problemas, melhorando a saúde e a vida dos moradores do território sob responsabilidade da equipe de saúde. Vídeo 2 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- VídeoEntrevista com José Miguel do Nascimento Junior sobre as diretrizes de estruturação em farmácia(2014) Farias, Mareni RochaO vídeo apresenta a entrevista com o farmacêutico José Miguel do Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e insumos estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/MS) sobre o documento "Diretrizes para estruturação de farmácias no âmbito do Sistema Único de Saúde". O documento apresenta os padrões para que as Unidades Básicas de Saúde disponham de farmácias com infraestrutura, recursos humanos e materiais que permitam o desenvolvimento dos serviços farmacêuticos integrados as práticas de saúde.
- VídeoEntrevista com José Miguel do Nascimento Junior sobre as diretrizes de estruturação em farmácia(2012) Farias, Mareni RochaO vídeo apresenta a entrevista com o farmacêutico José Miguel do Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e insumos estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/MS) sobre o documento "Diretrizes para estruturação de farmácias no âmbito do Sistema Único de Saúde". O documento apresenta os padrões para que as Unidades Básicas de Saúde disponham de farmácias com infraestrutura, recursos humanos e materiais que permitam o desenvolvimento dos serviços farmacêuticos integrados as práticas de saúde.
- VídeoEntrevista com José Miguel do Nascimento Junior sobre o Hórus(2014) Farias, Mareni RochaO vídeo apresenta a entrevista com o farmacêutico José Miguel do Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e insumos estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/MS) sobre o Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica, o Hórus, desenvolvido pelo Mistério da Saúde. O sistema tem como objetivo contribuir para a qualificação da gestão da Assistência Farmacêutica nas três esferas da Saúde, promovendo melhoria do atendimento nos serviços e da qualidade de vida dos usuários.
- VídeoEntrevista com José Miguel do Nascimento Junior sobre o Hórus(2012) Farias, Mareni RochaO vídeo apresenta a entrevista com o farmacêutico José Miguel do Nascimento Junior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e insumos estratégicos do Ministério da Saúde (DAF/MS) sobre o Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica, o Hórus, desenvolvido pelo Mistério da Saúde. O sistema tem como objetivo contribuir para a qualificação da gestão da Assistência Farmacêutica nas três esferas da Saúde, promovendo melhoria do atendimento nos serviços e da qualidade de vida dos usuários.
- VídeoEntrevista com Lenita Wannmacher(2012) Wannmacher, LenitaO vídeo apresenta a entrevista realizada com a Dra. Lenita Wannmacher, membro do Comitê de Especialistas em Seleção e Uso de Medicamentos Essenciais da OMS. São abordados a definição de medicamentos essenciais, os princípios que devem ser aplicados para a seleção de medicamentos, algumas vantagens na elaboração de lista de medicamentos essenciais e o papel do Comitê de Seleção e Uso de Medicamentos da OMS. Discutem-se as finalidades para as quais são elaboradas ou organizadas as listas de medicamento de diferentes âmbitos, como na OMS, no Brasil, em municípios e em hospitais; e o conceito de evidência em saúde.
- VídeoEntrevista com Luciane Cruz Lopes(2012) Grochocki, Mônica Holtz Cavichiolo; Oliveira, Jardel Corrêa; Pinheiro, Rafael MotaEntrevista realizada com a farmacêutica Luciane Cruz Lopes, coordenadora da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Comare) de 2005 a 2011. Na entrevista são discutidas a dinâmica de trabalho da Comare no processo de revisão da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), o processo histórico das listas de medicamentos essenciais no país, a importância da elaboração de um Formulário terapêutico Nacional e as contribuições dessas ações na promoção do uso racional de medicamentos. Fala ainda sobre o perfil dos membros de uma Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) e a necessidade de capacitação desses membros. São abordados aspectos relacionados à pouca produção de evidências em saúde no Brasil para a tomada de decisão no setor público.
- VídeoEntrevista Lenita Wannmacher sobre seleção de medicamentos(2014) Grochocki, Mônica Holtz Cavichiolo; Oliveira, Jardel Corrêa; Pinheiro, Rafael MotaO vídeo apresenta a entrevista realizada com a Dra. Lenita Wannmacher, membro do Comitê de Especialistas em Seleção e Uso de Medicamentos Essenciais da OMS. São abordados a definição de medicamentos essenciais, os princípios que devem ser aplicados para a seleção de medicamentos, algumas vantagens na elaboração de lista de medicamentos essenciais e o papel do Comitê de Seleção e Uso de Medicamentos da OMS. Discutem-se as finalidades para as quais são elaboradas ou organizadas as listas de medicamento de diferentes âmbitos, como na OMS, no Brasil, em municípios e em hospitais; e o conceito de evidência em saúde.
- VídeoA experiência de fitoterapia no município de Campinas/SP(2014) Leite, Silvana Nair; Santos, Marco Antônio dos; Guião, Carlos Henrique; Leite, Silvana Nair; Baldessar, Maria José; Andrade, Tânia Maria Machado de; Abreu, Janine Koneski de; Mattos, Ediane; Esteves, Marcelo; Jesus, Lucas Muller de; Dallabrida, PolianaUnidade 2, módulo 2 do curso Gestão da assistência farmacêutica. O vídeo apresenta a experiência de gestão para inserção dos fitoterápicos no município de Campinas/SP. O município possui uma farmácia de manipulação própria, a Botica de Família e trabalhava, no momento da entrevista, com 13 plantas no elenco. Os gestores e farmacêuticos do município foram entrevistados e relatam como o controle social dá apoio à gestão do programa, como há o reconhecimento pelo legislativo e como se dá a relação com as universidades do município. São abordados aspectos relacionados a financiamento e capacitação dos profissionais para atuação no serviço.
- VídeoA experiência de fitoterapia no município de Campinas/SP(2012) Leite, Silvana NairO vídeo apresenta a experiência de gestão para inserção dos fitoterápicos no município de Vitória/ES. O município possui desde a década de 1990 a inserção de medicamentos fitoterápicos na atenção básica. O elenco conta com 13 medicamentos inseridos na Remume. No início do programa os medicamentos eram manipulados e hoje são adquiridos medicamentos industrializados por pregão eletrônico, por meio de fornecedores cadastrados. São relatadas as dificuldades de aquisição dos medicamentos industrializados e a opção da gestão por adquirir os medicamentos industrializados e não mais produzí-los. São abordados aspectos relacionados a financiamento e capacitação dos profissionais para atuação no serviço.
- VídeoA experiência de fitoterapia no município de Vitória/ES(2014) Leite, Silvana Nair; Santos, Marco Antônio dos; Guião, Carlos Henrique; Leite, Silvana Nair; Baldessar, Maria José; Andrade, Tânia Maria Machado de; Abreu, Janine Koneski de; Mattos, Ediane; Esteves, Marcelo; Jesus, Lucas Muller de; Dallabrida, PolianaUnidade 2, módulo 2 do curso Gestão da assistência farmacêutica. O vídeo apresenta a experiência de gestão para inserção dos fitoterápicos no município de Vitória/ES. O município possui desde a década de 1990 a inserção de medicamentos fitoterápicos na atenção básica. O elenco conta com 13 medicamentos inseridos na Remume. No início do programa os medicamentos eram manipulados e hoje são adquiridos medicamentos industrializados por pregão eletrônico, por meio de fornecedores cadastrados. São relatadas as dificuldades de aquisição dos medicamentos industrializados e a opção da gestão por adquirir os medicamentos industrializados e não mais produzi-los. São abordados aspectos relacionados a financiamento e capacitação dos profissionais para atuação no serviço.
- VídeoA experiência de fitoterapia no município de Vitória/ES(2012) Leite, Silvana NairO vídeo apresenta a experiência de gestão para inserção dos fitoterápicos no município de Campinas/SP. O município possui uma farmácia de manipulação própia, a Botica de Família e trabalhava, no momento da entrevista, com 13 plantas no elenco. Os gestores e farmacêuticos do município foram entrevistados e relatam como o controle social dá apoio à gestão do programa, como há o reconhecimento pelo legislativo e como se dá a relação com as universidades do município. São abordados aspectos relacionados a financiamento e capacitação dos profissionais para atuação no serviço.
- Material multimídiaFerramenta de informação(2010) Lacerda, Josimari Telino de; Magajewski, Flávio Ricardo Liberali; Machado, Neila Maria Viçosa; Schuelter, Francielli; Schuelter, Giovana; Franke, Felipe Augusto; Silva, Natália de Gouvêa; Luz, Márcia MeloO objeto inicia com o personagem contextualizando como estão a cidade e o bairro fictício no que diz respeito localização, estrutura e investimentos, histórico de desenvolvimento e características profissionais da população, o que dá o devido destaque para a necessidade de haver um reconhecimento do território por parte da equipe de saúde da família. Finalizando o assunto, é destacado que as informações sobre o território devem ir além dos fornecidos pelos limites geográficos. O mapeamento deve conter informações sobre áreas com situações de risco, locais e famílias onde a atuação deve ser prioritária e os locais com as características selecionadas pela gestão ou planejamento de atuação das equipes. Unidade 1 do módulo 4 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.
- TextoGestão da assistência farmacêutica(2012) Universidade Federal de Santa Catarina - UNA-SUS/UFSC; Veber, Ana Paula; Lacerda, Josimari Telino de; Calvo, Maria Cristina Marino; Guimarães, Maria do Carmo Lessa; Leite, Silvana Nair; Landim, Edivânia Lucia Araújo Santos; Barreto, Joslene Lacerda; Santos Neto, Aurino Manoel dos Santos; Paschoal, Rafaella Volkmann; Silva, Ivan Jerônimo Iguti da; Franke, Felipe Augusto; Azzolini, Patrícia Cella; Silva, André Rodrigues da; Franke, Felipe Augusto; Paschoal, Rafaella Volkmann; Fiala, Andreia Mara; Vieira, Eleonora Milano Falcão; Moraes, Marialice de; Schuelter, GiovanaO módulo apresenta uma dinâmica diferenciada, na qual o aluno desenvolverá o estudo de três unidades básicas ao longo de todo o Curso: Gestão da assistência farmacêutica; Planejamento em saúde e Avaliação da assistência farmacêutica. O tema de gestão aparece fortemente ao longo do conteúdo e, como atividade didático-pedagógica este módulo traz a proposta da elaboração de um Plano Operativo (PO). O PO será construído em etapas a partir de informações obtidas junto a assistência farmacêutica do local de trabalho do especializando e com o auxílio de instrumento específico para executá-lo, disponibilizado neste conteúdo.
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