Saúde do homem: epidemiologia, política, fatores de risco de doenças e agravos não transmissíveis

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2020-09-05
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Resumo
Do ponto vista sociocultural, os homens foram considerados comoos mais fortes e detentores de características especiais da masculinidade. Nesse cenário, as pessoas do sexo masculino têm apresentado mais riscos à saúde e seguido menos os hábitos saudáveis de vida. No Brasil, a esperança de vida ao nascer do homem é menor do que das mulheres. Nessa obra, são apresentados as diretrizes e eixos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) num cenário em que o Sistema Único de Saúde – SUS já havia sido estabelecido pelo governo brasileiro. A PNAISH foi institucionalizada pelo Ministério da Saúde em 2009 e regulamentada em 2017. Após a criação do SUS e da PNAISH,foram elaborados dois planos: o Plano de Ação Nacional 2009-2011 para implementar a PNAISH e o Plano Nacional de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) 2011 -2022, estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Dessa forma, houve melhorias na assistência à saúde do homem que passou a ser mais humanizada e voltada para o acolhimento do mesmo na APS. Dados estatísticos, fatores de risco como tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, sobrepeso e doenças como obesidade, diabetes mellitus e hipertensão são abordados de forma simples e clara. Como também, as propostas para mudanças do estilo de vida (MEV).
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